terça-feira, 26 de maio de 2009

Olá, tudo bem!

Não tenho a pretenção de revolucionar o mundo, muito menos, de ser popstar;

Sò quero compartilhar meus devaneios: Primeiro, para não enlouquecer.

Segundo, porque me sinto um apóstolo na arte de POETAR!

Dedicatória

Dedico essa obra ao autor de todas as obras e;
Aos poetas vivos e mortos no anonimato;
Ao som de um violão dedilhado por quem quer quer seja;
A quem abre a boca e solta a voz, independente do timbre;
A quem entrega-se de corpo e alma ao canto;
A criança que eu era e que ainda brinca de esconde-esconde
no meu interior;
A quem teve , tem ou terá o privilégio de ter o aconchego de um colo;
A terra, mãe de todos nós e propriedade de alguns filhos....
Aos filhos e enteados de todos os sistemas...;
A arte de fazer a parte que nos cabe, antes que o nosso tempo acabe;
Ao sol do meio-dia de um dia qualquer, do ano de mil novecentos e não sei o quê;
A quem não nos dias uma contagem regressiva, apenas;
A cumpre, sabiamente, a pena imposta pelo tempo;
A quem não sorri quando o outro chora;
A quem não chora por quem não vale a pena!

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Poetar

Poetar nunca foi verbo, dizem que nunca será,
Mas, deveria ser;
Porque ao conjulga-lo, muitos arriscariam a escrever.
Mesmo não sendo verbo, faço de conta que é,e,
Gosto de acreditar;
Só pra ficar viajando, sem rumo e sem pressa,
Nessa de poetar!

Poetar é bom, experimenta pra ver;
Você vai gostar;
Escreva, você sabe pensar, logo,sabe escrever;
Com rima, sem rima...;
Se tiver sentido é muito bom mesmo;
Mas, se não tiver é melhor ainda;
Nenhum sentido, é uma poesia linda;
Os poetas loucos, bêbados ... morrem;
Os equilibrados, sóbrios... também;
Os versos de ambos resistem bravamente;
De tudo, e, de todos, é tudo o que pode ficar;
Vem...vamos poetar!

“ De poeta e de louco todo mundo tem um pouco”, comigo não é diferente; Se bem que no meu caso, tenho muito mais de louco.
A vontade de compartilhar meus versos é do tamanho da minha loucura e o medo de não ser entendido, tem a medida da minha capacidade poética.