O futuro é todo incerto, o passado não tem volta;
Todo momento é um presente, tudo de bom é por merecimento;
A vida e o tempo em si, renascem a cada instante;
Encantam, envolvem,fascinam....feito setas, indicam, ensinam...
Se for fácil, não menospreze, se estiver difícil, é possível;
Se é possível, tente outra vez, se parecer impossível , não desista nunca, por nada;
É a água que vence a pedra...é o vento que molda a rocha...
É a fé que move a montanha.... e jamais será ao contrário!
Vem...., vamos pra frente...vamos pra cima...., na crista da onda...
....Nas asas do vento...no frisson do clima, no frescor do verso ao sabor da rima;
Buscando novas conquistas, festejando novas vitórias;
vivendo momentos bons, fazendo nossa parte, contemplando toda beleza;
Pois, todo belo é arte!
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
domingo, 26 de julho de 2009
INVENTO
Aqui está, na medida certa, o que nunca esteve e jamais estaria em algum lugar;
Se, por ventura não existisse, essa minha sangria desatada de vontade de inventar;
Não te culpes, nem te penitencies por não vê-lo, nem em sonhos, eu mesmo o vejo;
Ele é apenas o meu desejo de ser invisível, aos olhos de quem só quer me censurar....
Se, por ventura não existisse, essa minha sangria desatada de vontade de inventar;
Não te culpes, nem te penitencies por não vê-lo, nem em sonhos, eu mesmo o vejo;
Ele é apenas o meu desejo de ser invisível, aos olhos de quem só quer me censurar....
FENIX
Por essas calçadas nuas
Procuro pegadas suas
Meus lentos passos tortos
Me arrastam pelas ruas
Nesse labirinto escuro
Não sei aonde ir
Nem as folhas secas
Ousam me seguir
O vento é uma canção
O refrão eu já conheço
A paixão tem seu valor
O apaixonado paga o preço
Te amo tanto meu amor...
A solidão eu não mereço
A felicidade me conhece
Vai lembrar meu endereço
Mas, se você insiste
Em não me querer
Só pra me ver triste
Então você vai ver...
Um pássaro voar
Sem uma das asas
Reconstruir a vida
Reerguer a casa
Encontrar a saída
Na faixa de Gaza
Ressurgir das cinzas
Ainda em brasas
Procuro pegadas suas
Meus lentos passos tortos
Me arrastam pelas ruas
Nesse labirinto escuro
Não sei aonde ir
Nem as folhas secas
Ousam me seguir
O vento é uma canção
O refrão eu já conheço
A paixão tem seu valor
O apaixonado paga o preço
Te amo tanto meu amor...
A solidão eu não mereço
A felicidade me conhece
Vai lembrar meu endereço
Mas, se você insiste
Em não me querer
Só pra me ver triste
Então você vai ver...
Um pássaro voar
Sem uma das asas
Reconstruir a vida
Reerguer a casa
Encontrar a saída
Na faixa de Gaza
Ressurgir das cinzas
Ainda em brasas
terça-feira, 21 de julho de 2009
"ORAÇÃO"
Quando quis ter-te, não pude...
Recusei-te, quando me foi dada...
Por um dia teres me recusado.
Jóia rara, te quis tanto, antes...
Agora, dilapidada,não...
Contra a vontade, porém...
Guardar-te-ei no coração...
Para a eternidade, amém!
Recusei-te, quando me foi dada...
Por um dia teres me recusado.
Jóia rara, te quis tanto, antes...
Agora, dilapidada,não...
Contra a vontade, porém...
Guardar-te-ei no coração...
Para a eternidade, amém!
"DUVIDA"
Quem disse que sou louco?
Eu sou, apenas, eu mesmo.
Sem medo, sem medida...
Sem segredo, sem máscara...
Sem vergonha, sem nada.
Quem disse que você é lúcido,
poderia estar louco.
Você já pensou nisso?
É claro que não pensou,
você é normal!
Eu sou, apenas, eu mesmo.
Sem medo, sem medida...
Sem segredo, sem máscara...
Sem vergonha, sem nada.
Quem disse que você é lúcido,
poderia estar louco.
Você já pensou nisso?
É claro que não pensou,
você é normal!
terça-feira, 14 de julho de 2009
PRA SER SINCERO
Queria poder rir com as coisas que você me manda, mas, não consigo...
Elas são tão sem graça!
Queria me interessar por elas,mas, elas são tão desinteressantes...
Nunca senti a menor vontade de reinvia-las a alguém que eu goste!
Tenho me perguntado, várias vezes: Será que você gosta de mim?
Me mandando essas "preciosidades"!
Essas ideias não me prendem...
Desculpe-me por arrebentar as suas correntes!
Por não rir das piadas e não ver os videos.
Me mande uma poesia, seja de quem for...Eu vou ficar muito contente;
Pode ser de um poeta desconhecido, de Drumon ou patativa do assaré ...
Se, isso não for possível, me mande algumas palavras suas...Me fale de você;
Me fale da sua expectativa sobre o meio ambiente, a vida humana na terra...
Ou, o que poderemos fazer para a Internet, tornar-se mais útil para a humanidade...
Humanidade carente de tudo, inclusive de bom humor...
Nessa busca poderemos dar boas gargalhadas juntos e descobrir um caminho que alcanse as estrelas!
Elas são tão sem graça!
Queria me interessar por elas,mas, elas são tão desinteressantes...
Nunca senti a menor vontade de reinvia-las a alguém que eu goste!
Tenho me perguntado, várias vezes: Será que você gosta de mim?
Me mandando essas "preciosidades"!
Essas ideias não me prendem...
Desculpe-me por arrebentar as suas correntes!
Por não rir das piadas e não ver os videos.
Me mande uma poesia, seja de quem for...Eu vou ficar muito contente;
Pode ser de um poeta desconhecido, de Drumon ou patativa do assaré ...
Se, isso não for possível, me mande algumas palavras suas...Me fale de você;
Me fale da sua expectativa sobre o meio ambiente, a vida humana na terra...
Ou, o que poderemos fazer para a Internet, tornar-se mais útil para a humanidade...
Humanidade carente de tudo, inclusive de bom humor...
Nessa busca poderemos dar boas gargalhadas juntos e descobrir um caminho que alcanse as estrelas!
quarta-feira, 8 de julho de 2009
LOUCA
Fantasmas no meu quarto, em pleno meio-dia...
São sempre assim, meus melhores dias...
São saudades suas... Lembranças suas...
Afinal, aqui tudo é seu...Até eu!
Quando ontem,ainda era amanhã, eu ja era assim...
Louca...Louca....Louca....
A ponto de pintar a sua boca, com o meu baton, na parede de isopor,
de um quarto de lua, onde eu possa ver...
Tua pele nua...Tua carne crua...Poesia pura...
E o meu corpo morrendo de desejo, de morrer crucificado em sua escultura!
Louca...Louca...Louca....
A ponto de jogar pedra em santo ou algo que o valha, desde que isso faça desaparecer,
a cortina de fumaça que separa eu de você...
Meu "Deus"está perto do céu, naquele arranhacéu, na sacada do AP...
E, eu nesse quarto sem saber porque...Chove lágrimas de chuva e não deixam secar,
O quadro que eu pintei, com tinta quache,pra lembrar voce, eu e o dia que não demora chegar!
São sempre assim, meus melhores dias...
São saudades suas... Lembranças suas...
Afinal, aqui tudo é seu...Até eu!
Quando ontem,ainda era amanhã, eu ja era assim...
Louca...Louca....Louca....
A ponto de pintar a sua boca, com o meu baton, na parede de isopor,
de um quarto de lua, onde eu possa ver...
Tua pele nua...Tua carne crua...Poesia pura...
E o meu corpo morrendo de desejo, de morrer crucificado em sua escultura!
Louca...Louca...Louca....
A ponto de jogar pedra em santo ou algo que o valha, desde que isso faça desaparecer,
a cortina de fumaça que separa eu de você...
Meu "Deus"está perto do céu, naquele arranhacéu, na sacada do AP...
E, eu nesse quarto sem saber porque...Chove lágrimas de chuva e não deixam secar,
O quadro que eu pintei, com tinta quache,pra lembrar voce, eu e o dia que não demora chegar!
terça-feira, 7 de julho de 2009
DESCOBERTA
Me descobri em um texto, que eu li ontem.
O texto é de um livro que eu vi hoje,
nas mãos de um professor,que vai embora amanhã;
O texto não é lá essas coisas, as palavras em si, não dizem nada além,
deixam,apenas, nas entrelinhas, o perfil traçado de alguém exatamente igual a mim;
As paginas amareladas, orelhudas nos cantos, revelam o desprezo com que o livro fora cuidado, abandonado de vez e encontrado depois pelo professor;
O professor é um louco... enlouqueceu tentando explicar e entender o que é amar;
Amou tanto de forma errada que acabou sozinho;
Amanhã ele vai embora, vai levar consigo o velho livro e a certeza que do amor não sabe o be-a-ba.
O texto é de um livro que eu vi hoje,
nas mãos de um professor,que vai embora amanhã;
O texto não é lá essas coisas, as palavras em si, não dizem nada além,
deixam,apenas, nas entrelinhas, o perfil traçado de alguém exatamente igual a mim;
As paginas amareladas, orelhudas nos cantos, revelam o desprezo com que o livro fora cuidado, abandonado de vez e encontrado depois pelo professor;
O professor é um louco... enlouqueceu tentando explicar e entender o que é amar;
Amou tanto de forma errada que acabou sozinho;
Amanhã ele vai embora, vai levar consigo o velho livro e a certeza que do amor não sabe o be-a-ba.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
O LOUCO
O louco lá da esquina conversa, versa,rima,
de cabo a rabo, debaixo, acima...
O louco lá da esquina não tem medo,
segredo,peso,medida...
Vaga,divaga,prega,propaga,
que a vida é algo assim...
feito verso,perdido no universo,
e que só ele sabe quando terá fim.
O louco lá da esquina, sabe muito bem..
que ninguém sabe nada além do trivial;
O louco lá da esquina, acredita que:
Talento todo mundo tem, genio todo mundo é...
Acredita que o santo é pai da crença e a crença mãe da fé.
Isso é fato, o resto é fita, amarrada no cabelo que deveria estar solto ao vento...
Qual bandeira tremulando pela paz, na mão do soldado,
que desde o primeiro míssil implora pela trégua.
O louco lá da esquina é um santo, um profeta,um profano...
No ápice de suas alucinações, procura explicação para os seus momentos de lucidez
desvairada...,andando pelas calçadas, procurando na rua, as pedras preciosas que perdera no
mundo da lua.
O louco lá da esquina agride,agrada,conquista, fascina....
O louco lá da esquina é um poeta.
de cabo a rabo, debaixo, acima...
O louco lá da esquina não tem medo,
segredo,peso,medida...
Vaga,divaga,prega,propaga,
que a vida é algo assim...
feito verso,perdido no universo,
e que só ele sabe quando terá fim.
O louco lá da esquina, sabe muito bem..
que ninguém sabe nada além do trivial;
O louco lá da esquina, acredita que:
Talento todo mundo tem, genio todo mundo é...
Acredita que o santo é pai da crença e a crença mãe da fé.
Isso é fato, o resto é fita, amarrada no cabelo que deveria estar solto ao vento...
Qual bandeira tremulando pela paz, na mão do soldado,
que desde o primeiro míssil implora pela trégua.
O louco lá da esquina é um santo, um profeta,um profano...
No ápice de suas alucinações, procura explicação para os seus momentos de lucidez
desvairada...,andando pelas calçadas, procurando na rua, as pedras preciosas que perdera no
mundo da lua.
O louco lá da esquina agride,agrada,conquista, fascina....
O louco lá da esquina é um poeta.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
MÁGICO
Se, eu souber que você não vem, lamento...
Mas, se vier, eu não te espero...
Eu não sei bem o que eu quero...
Eu sou meio confuso, eu sou um parafuso...
Rodo pra lá, rodo pra cá...
Fujo de quem quer me ver...
Procuro o impossível de encontrar...
Não sei o que me move assim...
Pra frente, pra traz...
Seja lá o que for...
Isso me dá...
A certeza que o amor...
Não é algo definido...
Na forma..., na cor...,
No cheiro. no sabor...
Um toque nosso muda tudo...
Isso é mágico!
Mas, se vier, eu não te espero...
Eu não sei bem o que eu quero...
Eu sou meio confuso, eu sou um parafuso...
Rodo pra lá, rodo pra cá...
Fujo de quem quer me ver...
Procuro o impossível de encontrar...
Não sei o que me move assim...
Pra frente, pra traz...
Seja lá o que for...
Isso me dá...
A certeza que o amor...
Não é algo definido...
Na forma..., na cor...,
No cheiro. no sabor...
Um toque nosso muda tudo...
Isso é mágico!
segunda-feira, 15 de junho de 2009
QUERO...
Água limpa pra beber e me banhar;
Ar puro para respirar e viver em paz
com a natureza, atento e aposto em sua
defesa;
Com os pés fincados no chão feito jacarandás;
Com a alma leve qual plumas dos tabuais;
As mãos ocupadas com açucenas, para saudar
o dia de sol ou a chuva de verão nas tardes morenas de calor;
Com o coração aberto feito asas do condor, sobrevoar as faces da mãe-terra
e pousar calmamente em seu leito, feito folha seca, depois de cumprir meu ciclo vital!
Ar puro para respirar e viver em paz
com a natureza, atento e aposto em sua
defesa;
Com os pés fincados no chão feito jacarandás;
Com a alma leve qual plumas dos tabuais;
As mãos ocupadas com açucenas, para saudar
o dia de sol ou a chuva de verão nas tardes morenas de calor;
Com o coração aberto feito asas do condor, sobrevoar as faces da mãe-terra
e pousar calmamente em seu leito, feito folha seca, depois de cumprir meu ciclo vital!
quarta-feira, 10 de junho de 2009
EFÉMERO
Só duas coisas são maiores do que a efemeridade do poder:
Primeira: A força que se faz para conquista-lo;
Segunda: O medo que se sente de perde-lo.
Mesmo assim, estamos sempre disposto a fazer toda essa força...
E depois sentirmos esse medo todo.
Quem de nós tem consciência do tamanho real do seu próprio poder?
Quem de nós acredita na ilusão de ótica da sua própria lente?
A sede pelo poder cega, fecha o coração e tira a leveza da alma...
O voo não causa inveja nem a uma galinha d'angola.
Primeira: A força que se faz para conquista-lo;
Segunda: O medo que se sente de perde-lo.
Mesmo assim, estamos sempre disposto a fazer toda essa força...
E depois sentirmos esse medo todo.
Quem de nós tem consciência do tamanho real do seu próprio poder?
Quem de nós acredita na ilusão de ótica da sua própria lente?
A sede pelo poder cega, fecha o coração e tira a leveza da alma...
O voo não causa inveja nem a uma galinha d'angola.
terça-feira, 9 de junho de 2009
SENHOR DA RAZÃO
Como num passe de mágica,
o futuro se dissolve em presente,
que por sua vez transforma-se em
passado, numa velocidade assustadora;
Alguns quadros, ficam ao bel prazer da lembrança,
pendurados na parede inconsistente da memória;
Outros tomam formas e tamanhos diferentes,
a medida em que vão ficando para traz;
Por fim,desaparecem de vez do retrovisor, de quem
ainda consegue olhar para o lado.
Dar um tempo... eu não tenho esse poder...
Pedir um tempo é pura utopia...
Esse senhor não conhece o diálogo...
Não tem o menor encanto pela democracia...
Tem por princípio " tolerância zero"....
Não me dá o tempo que eu preciso...
Muito menos o tempo que eu quero....
Corre quando eu quero que ele voe ...
Para de vez, vez enquanto anda....
Só pra jogar na minha cara que é ele quem manda.
o futuro se dissolve em presente,
que por sua vez transforma-se em
passado, numa velocidade assustadora;
Alguns quadros, ficam ao bel prazer da lembrança,
pendurados na parede inconsistente da memória;
Outros tomam formas e tamanhos diferentes,
a medida em que vão ficando para traz;
Por fim,desaparecem de vez do retrovisor, de quem
ainda consegue olhar para o lado.
Dar um tempo... eu não tenho esse poder...
Pedir um tempo é pura utopia...
Esse senhor não conhece o diálogo...
Não tem o menor encanto pela democracia...
Tem por princípio " tolerância zero"....
Não me dá o tempo que eu preciso...
Muito menos o tempo que eu quero....
Corre quando eu quero que ele voe ...
Para de vez, vez enquanto anda....
Só pra jogar na minha cara que é ele quem manda.
sábado, 6 de junho de 2009
PLAGIO
Domingo de manhã o sol se levantou,
bebeu todo o orvalho da noite anterior;
O vento matutino, ao seu modo, saudou o dia,
assobiando, numa nota só, uma bela melodia;
Pobre menino não tendo nada com que brincar,
ao ouvir a voz do vento, não se conteve e começou a cantar....
...Cantou aos quatro ventos, nos quatro quartos de lua,
a bela canção do vento, como se ela fosse sua.
bebeu todo o orvalho da noite anterior;
O vento matutino, ao seu modo, saudou o dia,
assobiando, numa nota só, uma bela melodia;
Pobre menino não tendo nada com que brincar,
ao ouvir a voz do vento, não se conteve e começou a cantar....
...Cantou aos quatro ventos, nos quatro quartos de lua,
a bela canção do vento, como se ela fosse sua.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
ME BASTA
Me basta....
Uma caneta pontiaguda feito espinho
sobre o domínio do meu próprio punho
para ferir com destreza a face do papel
imóvel e pálida diante da minha fúria
Me basta...
As reticências como discursos inflamados
em nome daqueles que nunca tiveram
o prazer indescritível de ter uma caneta
e um papel como objetos de obsessão
Me basta...
Escrever torto, sobre retas, frases flechas
cravando forte e fundo o coração do leitor
arrancando-lhe, sem dor, o último suspiro
prenunciando o agonizante ponto final.
Uma caneta pontiaguda feito espinho
sobre o domínio do meu próprio punho
para ferir com destreza a face do papel
imóvel e pálida diante da minha fúria
Me basta...
As reticências como discursos inflamados
em nome daqueles que nunca tiveram
o prazer indescritível de ter uma caneta
e um papel como objetos de obsessão
Me basta...
Escrever torto, sobre retas, frases flechas
cravando forte e fundo o coração do leitor
arrancando-lhe, sem dor, o último suspiro
prenunciando o agonizante ponto final.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
SOMA
Eu sou mais romântico, ela, mais prática;
Eu sou mais poético, ela, mais filosófica;
Eu sou mais clássico,ela, mais popular;
Eu sou mais ela,ela, mais eu.
Eu sou mais poético, ela, mais filosófica;
Eu sou mais clássico,ela, mais popular;
Eu sou mais ela,ela, mais eu.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
CAFUNDÓ
No sopé do monte negro,
uma pequena guaricanga,
atada só com puro imbé
é a morada do camararé
No quité cercado de macúti
cabirí brejeiro e mano-juca,
que de posse de uma bituca,
bafora pra espantar mutuca;
Caipora olha para os lados
a procura de um panapaná...
João-do-mato estropado, só,
no cafundó ao deus dará.
uma pequena guaricanga,
atada só com puro imbé
é a morada do camararé
No quité cercado de macúti
cabirí brejeiro e mano-juca,
que de posse de uma bituca,
bafora pra espantar mutuca;
Caipora olha para os lados
a procura de um panapaná...
João-do-mato estropado, só,
no cafundó ao deus dará.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
ENTRELINHAS
Entrei tranquilo, noite a dentro...
Com calma, virei a madrugada...
Ao pé do ouvido, conversei com a lua...
Sem medo contei às estrelas,
tudo que até então era segredo!
Com muito prazer, feri a lápis,
a face plana do papel escuro;
Em suas retas, sobrepus sinuosas,
na ilusão que as entrelinhas
revelem meu fascínio noturno!
Com calma, virei a madrugada...
Ao pé do ouvido, conversei com a lua...
Sem medo contei às estrelas,
tudo que até então era segredo!
Com muito prazer, feri a lápis,
a face plana do papel escuro;
Em suas retas, sobrepus sinuosas,
na ilusão que as entrelinhas
revelem meu fascínio noturno!
A QUEM DEVE
A quem deve, a pena é leve...mas, ao inocente.....
machuca...fere fundo...mata!
Por isso, a pena de morte não pode ser imposta pela lei dos homens;
Homens são humanos e os humanos são falhos;
Em seus traços mais caracteristicos, salta a sede de vingança,nas disputas mais banais;
Sede de vingança, ao contrário do que pensam alguns, não sacia-se com sangue e nem lava a alma de ninguém,só suja!
machuca...fere fundo...mata!
Por isso, a pena de morte não pode ser imposta pela lei dos homens;
Homens são humanos e os humanos são falhos;
Em seus traços mais caracteristicos, salta a sede de vingança,nas disputas mais banais;
Sede de vingança, ao contrário do que pensam alguns, não sacia-se com sangue e nem lava a alma de ninguém,só suja!
terça-feira, 26 de maio de 2009
Dedicatória
Dedico essa obra ao autor de todas as obras e;
Aos poetas vivos e mortos no anonimato;
Ao som de um violão dedilhado por quem quer quer seja;
A quem abre a boca e solta a voz, independente do timbre;
A quem entrega-se de corpo e alma ao canto;
A criança que eu era e que ainda brinca de esconde-esconde
no meu interior;
A quem teve , tem ou terá o privilégio de ter o aconchego de um colo;
A terra, mãe de todos nós e propriedade de alguns filhos....
Aos filhos e enteados de todos os sistemas...;
A arte de fazer a parte que nos cabe, antes que o nosso tempo acabe;
Ao sol do meio-dia de um dia qualquer, do ano de mil novecentos e não sei o quê;
A quem não vê nos dias uma contagem regressiva, apenas;
A cumpre, sabiamente, a pena imposta pelo tempo;
A quem não sorri quando o outro chora;
A quem não chora por quem não vale a pena!
Aos poetas vivos e mortos no anonimato;
Ao som de um violão dedilhado por quem quer quer seja;
A quem abre a boca e solta a voz, independente do timbre;
A quem entrega-se de corpo e alma ao canto;
A criança que eu era e que ainda brinca de esconde-esconde
no meu interior;
A quem teve , tem ou terá o privilégio de ter o aconchego de um colo;
A terra, mãe de todos nós e propriedade de alguns filhos....
Aos filhos e enteados de todos os sistemas...;
A arte de fazer a parte que nos cabe, antes que o nosso tempo acabe;
Ao sol do meio-dia de um dia qualquer, do ano de mil novecentos e não sei o quê;
A quem não vê nos dias uma contagem regressiva, apenas;
A cumpre, sabiamente, a pena imposta pelo tempo;
A quem não sorri quando o outro chora;
A quem não chora por quem não vale a pena!
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Poetar
Poetar nunca foi verbo, dizem que nunca será,
Mas, deveria ser;
Porque ao conjulga-lo, muitos arriscariam a escrever.
Mesmo não sendo verbo, faço de conta que é,e,
Gosto de acreditar;
Só pra ficar viajando, sem rumo e sem pressa,
Nessa de poetar!
Poetar é bom, experimenta pra ver;
Você vai gostar;
Escreva, você sabe pensar, logo,sabe escrever;
Com rima, sem rima...;
Se tiver sentido é muito bom mesmo;
Mas, se não tiver é melhor ainda;
Nenhum sentido, é uma poesia linda;
Os poetas loucos, bêbados ... morrem;
Os equilibrados, sóbrios... também;
Os versos de ambos resistem bravamente;
De tudo, e, de todos, é tudo o que pode ficar;
Vem...vamos poetar!
“ De poeta e de louco todo mundo tem um pouco”, comigo não é diferente; Se bem que no meu caso, tenho muito mais de louco.
A vontade de compartilhar meus versos é do tamanho da minha loucura e o medo de não ser entendido, tem a medida da minha capacidade poética.
Mas, deveria ser;
Porque ao conjulga-lo, muitos arriscariam a escrever.
Mesmo não sendo verbo, faço de conta que é,e,
Gosto de acreditar;
Só pra ficar viajando, sem rumo e sem pressa,
Nessa de poetar!
Poetar é bom, experimenta pra ver;
Você vai gostar;
Escreva, você sabe pensar, logo,sabe escrever;
Com rima, sem rima...;
Se tiver sentido é muito bom mesmo;
Mas, se não tiver é melhor ainda;
Nenhum sentido, é uma poesia linda;
Os poetas loucos, bêbados ... morrem;
Os equilibrados, sóbrios... também;
Os versos de ambos resistem bravamente;
De tudo, e, de todos, é tudo o que pode ficar;
Vem...vamos poetar!
“ De poeta e de louco todo mundo tem um pouco”, comigo não é diferente; Se bem que no meu caso, tenho muito mais de louco.
A vontade de compartilhar meus versos é do tamanho da minha loucura e o medo de não ser entendido, tem a medida da minha capacidade poética.
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