Entrei tranquilo, noite a dentro...
Com calma, virei a madrugada...
Ao pé do ouvido, conversei com a lua...
Sem medo contei às estrelas,
tudo que até então era segredo!
Com muito prazer, feri a lápis,
a face plana do papel escuro;
Em suas retas, sobrepus sinuosas,
na ilusão que as entrelinhas
revelem meu fascínio noturno!
segunda-feira, 1 de junho de 2009
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